Para compreender uma possível diferença de jornada, é preciso saber quando o trabalhador chegava, quando podia efetivamente encerrar as atividades, como eram os intervalos e se havia trabalho fora do estabelecimento ou pelos meios digitais.
O registro de ponto é importante, mas não é necessariamente a única fonte de prova. Escalas, mensagens, e-mails, acessos a sistemas, localização de atividades e testemunhas podem ajudar a demonstrar a rotina, conforme a licitude e a pertinência de cada elemento.
Também é necessário verificar se havia banco de horas, compensação, cargo de confiança, trabalho externo ou outra condição que influencie o enquadramento jurídico. Nenhuma dessas expressões deve ser aceita ou rejeitada apenas pelo nome usado no contrato.